Olho a Ponte e suspiro.
Olho a Ponte e suspiro. Esta paisagem que tantas vezes admiro e contemplo.
O rio que corre, o transito, os pássaros que planam ao sabor do vento, os barcos que passam e outros que param.
Assim é esta Ponte, vaidosa, veste-se todos os dias de cores diferentes... por vezes veste-se com um manto branco, outras está triste e veste-se em tons cinzentos, outras, está na sua cor natural o vermelho, à noite, algumas noites brilha, fica luminosa, qual árvore de Natal, outras pinta-se com luzes vermelhas cintilantes.
É majestosa, imperial é XXL.
Mas não foi o descrever de uma ponte que me levou a escrever.
Uma introdução ao reboliço que vai no meu mais ínfimo pensamento. Mas é assim que me sinto... Grande, Majestosa, Rainha.
Mas qual ser assim não sente a dor, a raiva, o medo de ser assim? O poder de assim se ser, tem destas coisas e outras mais...
Tem o atrevimento em ousar... podia escrever mil e um adjectivo, seria pouco, muito pouco para tamanha grandeza. De tão grande que é, que mete medo. Tem medo.
Mas tem a arma poderosa... sorri. Esconde em cada sorriso, o arrepio, o tremor.
Venham sábios e curiosos, estudiosos e entendidos. Quem são esses e que se apelidam e que os apelidam de tal? Que sabem eles?
Nada! Nada sabem! Isso digo e afirmo. Disso eu sei!!!
Nem o papel arca com tanto poder e sabedoria...
O rio que corre, o transito, os pássaros que planam ao sabor do vento, os barcos que passam e outros que param.
Assim é esta Ponte, vaidosa, veste-se todos os dias de cores diferentes... por vezes veste-se com um manto branco, outras está triste e veste-se em tons cinzentos, outras, está na sua cor natural o vermelho, à noite, algumas noites brilha, fica luminosa, qual árvore de Natal, outras pinta-se com luzes vermelhas cintilantes.
É majestosa, imperial é XXL.
Mas não foi o descrever de uma ponte que me levou a escrever.
Uma introdução ao reboliço que vai no meu mais ínfimo pensamento. Mas é assim que me sinto... Grande, Majestosa, Rainha.
Mas qual ser assim não sente a dor, a raiva, o medo de ser assim? O poder de assim se ser, tem destas coisas e outras mais...
Tem o atrevimento em ousar... podia escrever mil e um adjectivo, seria pouco, muito pouco para tamanha grandeza. De tão grande que é, que mete medo. Tem medo.
Mas tem a arma poderosa... sorri. Esconde em cada sorriso, o arrepio, o tremor.
Venham sábios e curiosos, estudiosos e entendidos. Quem são esses e que se apelidam e que os apelidam de tal? Que sabem eles?
Nada! Nada sabem! Isso digo e afirmo. Disso eu sei!!!
Nem o papel arca com tanto poder e sabedoria...
